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E eu tão singular, me vi plural.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio. Porque metade de mim é partida, mas a outra metade é saudade. Porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo. Porque metade de mim é o que eu penso, mas a outra metade é um vulcão. Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável. Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei. Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço. Porque metade de mim é amor e a outra metade também. Oswaldo Montenegro



Posted 26 May 2012, 14 hours ago · 2,986 notes · reblog this post
(originally juicynights / via gotdynamitedemi)


Eu sempre fui boa demais, taí um defeito meu. Creio que se eu fosse um pouco mais vingativa, malvada ou até mesmo “sangue frio” seria tudo mais fácil. Imagina só: eu não chorar por coisa boba. Ou melhor, dizer “foda-se” querendo dizer “foda-se”. Mas não, sou muito boazinha, choro por cada palavra malvada que me dizem, por cada defeito meu que apontam, e digo “foda-se” querendo dizer “doeu muito”. Tento ser melhor, mas o melhor de mim já se foi a muito tempo e pra sempre.
~  Warehouse sadness (via minhavidasemti)
Posted 26 May 2012, 14 hours ago · 445 notes · reblog this post
(originally salva-dores / via minhavidasemti)




Posted 26 May 2012, 14 hours ago · 112 notes · reblog this post
(originally omgomez / via gotdynamitedemi)




Posted 26 May 2012, 15 hours ago · 719 notes · reblog this post
(originally saintdemi / via gotdynamitedemi)


Essa história de distância é tão clichê, se tornou tão comum. Essa tal distância é tão forte, torna sentimentos tão intensos, é um perigo! Esses sentimentos e desejos proibidos, talvez sejam os mais imbatíveis, amor assim, quase palavra nenhuma traduz. Amores impossíveis, talvez sejam os mais dolorosos, talvez aquele sonho… Aquele que contem abraços e beijos, tornem as coisas mais difíceis. É um peso que te derruba, mas ao mesmo tempo te mantém, é força, porém é a fraqueza. Incrível como se precisa do que não pode ser tocado por nós, inexplicável como se ama justo aquele que vive longe, tão longe… História tão bela, mas tão sofrida, história que talvez não desse certo se fosse vivida, mas eu viveria! Por que amores assim, embora clichês e meio impossíveis, são os que mais verdadeiros e puros, os mais inquebráveis. E ainda que depois a saudade destruísse, e ainda que o tempo apagasse ou o amor fraquejasse, ainda que dolorosa fosse viver essa história de tempos em tempos, já teria valido a pena se uma vez, apenas uma vez, eu te abraçasse e dissesse que tudo ficaria bem, e você apenas, sorrisse para mim. — Rayane Custódio


Posted 24 May 2012, 2 days ago · 1 note · reblog this post




Posted 24 May 2012, 2 days ago · 206 notes · reblog this post
(originally ddemilicious / via gotdynamitedemi)


E foi tão bom constatar que não me atinge mais. Não me entristece, não me aborrece, não me tira o sono. Passa por mim. Mas, não me atravessa. Foi-se o tempo. E foi-se o tempo faz tempo.
~ Tati Bernardi    (via pensamentos-escondidos)
Posted 23 May 2012, 3 days ago · 4,212 notes · reblog this post
(originally next2-me / via pensamentos-escondidos)




Posted 23 May 2012, 3 days ago · 31 notes · reblog this post
(originally jhutchies / via gotdynamitedemi)




Posted 23 May 2012, 3 days ago · 375 notes · reblog this post
(originally fuckyeah-miley / via gotdynamitedemi)


Eu costumava deixa-lo aberto. As pessoas mal apareciam e logo entravam. Diversas vezes, estas foram embora, mas as lembranças que vivi com cada uma, permaneceu comigo. Outras vezes, por ele ser tão aberto e deixar qualquer idiota entrar, se quebrou. Doeu muito. E fui obrigada a colar parte por parte. Mas é como aquela história, “após a primeira vez que é destruído, não volta a ser como era antes”. Feridas permanentes foram construídas nele. Apesar de todo meu esforço para deixar tudo ao normal, não saiu como eu queria. Passei por isso muitas vezes. E depois de todas, acabei saindo machucada. Jurei que não seria mais tola e iria fecha-lo de vez. Mas era incontrolável. Ele é ingênuo, acha que todos merecem uma chance de entrar. Porém, está errado. Depois de cada lágrima, pensei e mudei. Tive que deixa-lo ausente. Fingi que ele não estava mais aqui dentro. Me escondi um pouco do mundo e das pessoas, é tudo assustador demais. E ele, pobre coração, não tem mais forças para ser reconstruir. Então a minha única saída é esperar. A fila de idiotas ainda é grande, por isso guardarei meu coração. Mas quem sabe lá no final, depois de todos os babacas, exista uma pessoa capaz de construí-lo novamente… Enquanto isso, espero que ninguém reclame. E mesmo que reclamem, não tenho motivos para ser educada e meiga. Afinal, quem se importa mesmo?
~ Giulia. (almos-t)
Posted 23 May 2012, 3 days ago · 72 notes · reblog this post
(originally almos-t / via jetaimek3)